terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Conheça o Igor Silva

Igor com o seu livro do Método de Corte Centesimal e com o certificado conclusão do curso online.

O Igor Lucas Leite Silva chegou em nossas vidas recentemente. Mas, desde que chegou, esse jovem de 21 anos, de Belo Horizonte, está sempre tão presente, tão atuante, tão interessado em aprender, em se aperfeiçoar profissionalmente, que parece que ele está conosco há séculos.

Vai ver a história dele já estava ligada à nossa há muito tempo mesmo. Já estava escrita. Era para acontecer em algum momento.

Tanto a bisavó quanto a avó do Igor aprenderam a modelagem de roupas através do Centesimal. O Igor também já costurava, mas ainda não havia aprendido o Método de Corte Centesimal. Estava nos planos dele. O destino acabou dando uma força.

Igor com o antigo estojo do Centesimal.


Para quem está aqui há mais tempo, vai se lembrar da história de um certo estojo de madeira esquecido e abandonado, que foi encontrado, por acaso, ao lado de uma árvore, no centro de BH por uma pessoa especial e iluminada.

Essa pessoa era o Igor. Foi o empurrãozinho que faltava para o Igor entrar em contato conosco. Desde aquele achado, Igor não nos largou mais. Está sempre nos prestigiando e participa de tudo.

Foto de arquivo particular do Igor.

De início, já com a edição nova do Método de Corte Centesimal, ele começou a estudar sozinho. Fã de Chanel, Dior e claro, da nossa querida amiga Mary Ribeiro, que é uma grande modista e que aprendeu o Centesimal quando tinha 14 anos, Igor sabe muito bem o que quer. Se tornar também um grande modelista.

Então, lá foi ele em busca de mais conhecimento. Assim, ele também se tornou aluno do curso online de “Introdução ao Método de Corte Centesimal”, que está sendo realizado pela Lara Rogedo, com a nossa parceria.


ACERVO COMPLETO

Foto de arquivo particular do Igor. 


E adivinha? Ele também fez o nosso curso de formação de instrutores (TEC-M) e já tem planos para começar a dar aulas.

“Foi magnífico! A Lara tem uma atenção especial com cada aluno e um carinho enorme para ensinar o que lhe foi passado. Eu super indico o curso de Introdução ao Método de Corte Centesimal que é a razão da minha mudança profissional. Motivado pelo conhecimento obtido no curso é que decidi também me tornar um instrutor do Corte Centesimal. E assim, fiz o curso por correspondência de formação de instrutores do Corte Centesimal (TEC-M),” disse Igor.

O Igor possui praticamente todos os materiais atuais do Corte Centesimal voltados para o ensino e o aperfeiçoamento da Modelagem de Roupas e ele também acabou se tornando um grande colecionador do nosso antigo acervo.

Temos muito orgulho de tê-lo em nossas vidas e temos certeza de que ele será um grande profissional. Confira abaixo o bate papo que tivemos com o Igor.



1) Como o corte e a costura entrou na sua vida?
Quando eu era criança, lembro de minha vó costurando em uma velha máquina da Elgin. Isso me chamou a atenção para o que eu poderia me tornar, um dia.

E minha bisavó usava o Método de Corte Centesimal para confeccionar as roupas dos filhos. Me lembro bem da caixa de madeira, que ela tinha, cheia de reguinhas que, infelizmente, se perdeu com o tempo.

Foto de arquivo particular do Igor.



2) Quando você teve o seu primeiro contato com o Corte Centesimal?

No dia 30/05/2019, estava passando pelo Centro de BH, quando vi perto de uma árvore, uma caixa de madeira. Num primeiro momento, achei que era apenas uma simples caixa.

Curioso, peguei a caixa para ver e quando eu abri, levei um susto. Meu coração disparou. Era um antigo estojo de madeira, em perfeito estado, do “Método de Corte Centesimal”.

O estojo provavelmente havia sido deixado junto com outras caixas com objetos e papéis para ir para o lixo. Alguma família que não soube dar o valor àquela peça. No livro e nas Escalas é possível ver a letra da sua antiga dona: “Iolanda”. Apesar das Escalas não estarem completas, o estojo estava em ótimo estado. O Livro era de 1959.

Eu já conhecia e acompanhava o Corte Centesimal pelas redes sociais. No dia seguinte, entrei em contato com o Corte Centesimal para contar do meu achado e assim, acabei conhecendo a Carolina, que é a bisneta dos criadores do Método de Corte Centesimal.

Contei para ela que eu sentia muito porque a minha avó tinha perdido o antigo Estojo da minha bisavó. Eu nunca esqueci daquele estojo. Aos 17 anos, quando comecei aprender a costurar, eu queria muito ter novamente o material do Centesimal. Nem acreditei quando encontrei aquele estojo perdido no Centro.

Desde aquele dia, já adquiri quase todos os materiais do Centesimal e fiz o curso online de “Introdução ao Método de Corte Centesimal”, com a Lara Rogedo.
Foto de arquivo particular do Igor.

3)Como foi fazer o curso online de Introdução ao Método de Corte Centesimal, que está sendo realizado com a Lara Rogedo?


Foi magnífico! A Lara tem uma atenção especial com cada aluno e um carinho enorme para ensinar o que lhe foi passado. Eu super indico o curso de Introdução ao Método de Corte Centesimal que é da razão minha mudança profissional. Motivado pelo conhecimento obtido no curso é que decidi também me tornar um instrutor do Corte Centesimal. E assim, também fiz o curso por correspondência de formação de instrutores do Corte Centesimal (TEC-M).

Igor com os seus certificados.



4)Como você vê o trabalho da modelagem para a confecção das suas roupas?
A modelagem para mim é a alma da roupa. Sem ela, o tecido não ganha vida.

Foto de arquivo particular do Igor


5) Como foi o entendimento do uso das Escalas do Método de Corte Centesimal?
É até engraçado. Para mim, foi tão fácil que até decorei a sequência dos traçados. Com bastante atenção, estudo e dedicação se pode realizar peças lindas.

Foto de arquivo particular do Igor



6) Você tinha alguma dificuldade em especial, antes de fazer o curso, que tenha solucionado depois de aprender o Método de Corte Centesimal através do curso online?
Tinha sim algumas dúvidas, que foram todas resolvidas com o curso online. E agora, eu também ajudo a solucionar o que eu também tinha curiosidade antes de aprender.


Foto de arquivo particular do Igor


7) Qual peça você já fez que te deu mais orgulho?
O vestido dos anos 60 para o aniversário de uma grande amiga.


8) Quais recomendações você faria para quem está querendo entrar para a área da moda?
Pratique bastante. Saiba de tudo um pouco. Desde os pontos básicos da costura até a o acabamento, lembrando que a alma de uma roupa é uma boa modelagem.

Foto de arquivo particular do Igor


9) Como você avalia o seu trabalho antes e depois de conhecer a técnica de modelagem do Método de Corte Centesimal e de ter feito o curso online?
Posso afirmar que melhorou muito as minhas peças que agora têm um acabamento impecável. As peças são tão perfeitas que, às vezes, fico até com dó de entregar para os meus clientes. rsrs

10) Você tem algum site, página no Facebook, ou Instagram onde você divulga o seu trabalho?
@atelierigorsilva


Vestido feito pelo Igor para uma amiga.


TRABALHA COM OS NOSSOS MATERIAIS?
Se você também trabalha com o “Método de Corte Centesimal” ou com o “Sistema Moldecópia”, para fazer as modelagens das suas peças, marque a gente nas suas fotos nas redes sociais e use a hashtag #cortecentesimal, para que possamos te achar.

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Queremos conhecer a sua história e divulgar o seu trabalho. Ou envie as suas fotos e o texto para o nosso e-mail: atendimento@cortecentesimal.com.br.

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Conheça a Jussara Martins, de Contagem (MG)

Jussara com o seu livro do Método de Corte Centesimal


Pode parecer repetitivo, mas temos muito orgulho de dizer que, desde a criação dos nossos métodos de modelagem de roupas, há várias gerações contribuímos com o desenvolvimento de projetos pessoais ou profissionais de várias pessoas por esse mundo afora.

Amamos apresentar as histórias dessas pessoas. Como a da Jussara dos Santos Martins, de Contagem, MG. Em 2019, a Jussara trocou a carreira de geógrafa pelo mundo do corte e da costura e abriu o próprio ateliê de costura na sua cidade, onde faz roupas sob medida. Ela foi aluna da Elisa Sayuri no Sayuri Ateliê Escola, em Belo Horizonte (MG), onde aprendeu o nosso “Método de Corte Centesimal”.

“No começo eu fazia muitos ajustes nas roupas prontas e achava que isso era o normal. Depois que comecei o curso na Elisa dei mais importância e até credibilidade para a modelagem”, diz Jussara.

Confiram abaixo o nosso bate papo e quem estiver em Contagem e quiser visitar e conhecer o trabalho da Jussara, entre em contato com ela. 

Jussara com a sua blusa feita durante o curso na escola Sayuri Criativo.



1 - Como foi o seu início com a costura? 

Eu cresci rodeada de costureiras e sempre amei o universo da costura desde muito pequena. Mas eu era muito nova e sabemos que as pessoas não davam tanta credibilidade assim para uma criança nos anos 90 como damos hoje em dia.

Então apesar de amar e me interessar pelo mundo da costura desde sempre só tive meu real contato quando fiz 18 anos e entrei no SENAI para cursar corte e costura.

Era um curso de modelagem e costura industrial bem voltado para atender o mercado têxtil. Aprendi muito lá, principalmente a manusear diversas máquinas. Acontece que poucos meses após começar o curso, consegui entrar na faculdade e fui cursar geografia.

Não parei o curso de costura. Finalizei amando ainda mais o universo, diga-se de passagem, mas a costura passou a ser um hobby por muito tempo. Dentro de mim sempre existiu uma vontade imensa de empreender em algo relacionado a moda.

Após finalizar minha graduação a vontade de ter um negócio próprio crescia, cheguei a montar uma marca com a minha amiga/parceira/comadre Mel e contando sempre com o apoio da mãe dela e minha mestra da vida a Nice, abrimos a Laman.

Fazíamos de tudo dentro da empresa (tudo mesmo) desde a compra dos tecidos até a entrega final na mão do cliente, mas não deu certo e fechamos.

Após finalizar esse ciclo conciliei a costura (agora não só mais como hobby) com minha carreira de geógrafa por um tempo, mas no fim de 2018 estava decidida a mudar de carreira e trabalhar com o que me deixava realizada.

Foi quando resolvi fazer o curso de corte e costura na escola Sayuri Criativo, da Elisa Sayuri, e me profissionalizar.

Após iniciar o curso, já na metade de 2019, a situação estava insustentável no meu antigo trabalho, tive que segurar as pontas um pouco mais e só consegui me desligar de fato da empresa no começo de 2020.

Foquei no ateliê dando ênfase na moda sob medida e agora tenho certeza que foi a melhor decisão que poderia ter tomado.


Primeiro dia de aula no Sayuri Atelier



2- Quando você̂ teve o seu primeiro contato com o Corte Centesimal?

Tive meu primeiro contato com o Método de Corte Centesimal quando fui fazer minha matrícula na escola da Elisa Sayuri. Foi até engraçado, pois nunca tinha ouvido falar do método. Para ser sincera não imaginava que existia um outro jeito de fazer molde a não ser o método industrial que tinha aprendido no SENAI.

Daí quando a mãe da Elisa, que estava cuidando das matrículas, me mostrou o material e começou a falar das réguas eu fiquei bem perdida. Rs

Mas já no primeiro dia de aula quando a Elisa fez a introdução e a Carol contou a história do método já comecei a me adaptar e hoje só utilizo as queridas Escalas para modelar.


Jussara com saia e blusa feitas por ela. 



3- Você̂ já tinha alguma noção de modelagem de roupas, quando aprendeu o Método de Corte Centesimal?

Sim, fiz um curso de seis meses no SENAI como contei anteriormente, mas além do método industrial eu modelava muito pelo instinto se é que isso existe. Via uma curva e fazia a mão livre como nas cavas por exemplo.

Vestido feito pela Jussara



4- Como foi o entendimento do uso das Escalas do Método de Corte Centesimal, quando você estava aprendendo?

Num primeiro momento fiquei confusa e tinha que me policiar para usar o lado certo da régua e não aumentar ou diminuir a medida, mas tudo é questão de prática e conforme ia me habituando ao método tudo ficou bem natural.

Jussara na escola Sayuri Atelier


5- Quando você começou aprender corte e costura, você tinha ideia da importância do trabalho da modelagem de roupas dentro do processo da construção de uma roupa?

Não, no começo eu fazia muitos ajustes nas roupas prontas e achava que isso era o normal. Depois que comecei o curso na Elisa dei mais importância e até credibilidade para a modelagem

Jussara e sua saia amarela de poá. 


6- Qual peça que você já fez, que mais te deu orgulho depois de ter aprendido o Método de Corte Centesimal? 

Várias! Amo tudo que crio para mim e para minhas clientes. Mas uma peça em especial é a saia amarela de poá que fiz inspirada em uma amiga do curso. Também fiz um vestido vermelho para uma cliente que está entre meus preferidos até hoje. Falei dois, roubei vai. rs 

Vestido feito com o Método de Corte Centesimal


7- Você tinha alguma dificuldade para modelar e que tenha sido resolvida depois que você aprendeu o Método de Corte Centesimal? 

Sim, tem uma coisa que tirava meu sono e nunca dava certo. Era muito raro eu acertar o gancho das peças, vulgo gavião. 


Foto de arquivo pessoal


8- E qual modelo você ainda quer fazer que ainda seja um desafio? 
Nunca fiz um macacão e acredito que vou ficar bem realizada quando conseguir acertar.


Foto de arquivo pessoal.


9- Quais recomendações você faria para quem está́ querendo entrar para a área da moda?

Seja autêntica, se inspirar em alguém é legal e importante até. Mas não perder a essência é fundamental para um negócio dar certo.

10- Como fazer para encomendar uma peça sob medida com você?
Pode entrar em contato por DM no instagram @jubi.costura ou pelo telefone 31 991694684



MARQUE A GENTE! 
Faça como a Jussara! 


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quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Tudo começa com a modelagem

Método de Corte Centesimal e Sistema Moldecópia

Todo objeto tem uma estrutura básica. Uma casa ou um prédio são estruturados sobre alicerces, pilares, vigas, independentemente do modelo a ser construído. 

Temos carros de modelos diferentes, com tamanhos diferentes, larguras, alturas, pesos, capacidades, mas nenhum carro deixa de ter um chassi e uma carroceria básica.

Assim também é o corpo humano. Temos uma estrutura básica, que é o esqueleto, e uma carroceria por sobre ele que pode ser mais larga, mais estreita, mais baixa, mais alta...

Temos corpos que se parecem, mas diferem em alguns detalhes, como mais cintura, menos cintura, mais quadris ou menos quadris, mais peito, ou menos peito... e por aí vai.

E aqui entra o trabalho da modelagem de roupas. Um modelo para ser criado, primeiro passa pelo molde básico, que será o seu esqueleto.

A estrutura básica é o tamanho do manequim que mais se aproxima do nosso corpo. E depois é que vem a adaptação das características pessoais.

Existem no mercado diversos métodos que ensinam a modelagem de roupas. Cada um adota um tipo de metodologia e técnica, para se chegar ao molde básico. 


QUE MÉTODO DE MODELAGEM USAR?

Independente do método que você estiver estudando ou trabalhando, é muito importante que você pratique a modelagem constantemente para poder se aperfeiçoar. Quanto mais você exercitar, mais domínio e conhecimentos você terá na hora de solucionar um problema em um molde. 

No nosso caso, você pode aprender a modelagem de roupas usando o Método de Corte Centesimal ou o Sistema Moldecópia. Esses são os nossos dois métodos de modelagem de roupas (ou do vestuário) para tecido plano da nossa empresa Corte Centesimal.

Nós oferecemos, portanto, métodos didáticos que ensinam a modelagem de roupas. Solução em modelagem do vestuário é o nosso negócio.

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A EMPRESA

O Corte Centesimal - fundado em 1952, em Belo Horizonte, MG - é a empresa mais tradicional no País, no setor de formação de profissionais que trabalham com modelagem do vestuário.
A empresa leva o mesmo nome do conhecido "Método de Corte Centesimal" criado em 1934, pela mineira Carmem de Andrade Mello Silva.

O Corte Centesimal atende desde universidades, que oferecem cursos de Design de Moda, até confecções, profissionais interessados em se especializar na área e pessoas em busca de aprender como hobby.

QUAIS SÃO OS NOSSOS PRODUTOS?
Nós possuímos duas técnicas de modelagem de roupas para tecido plano e uma técnica para a modelagem de tecidos elásticos, que são ensinadas através dos nossos materiais didáticos.

Nossas técnicas são:
- Método de Corte Centesimal
- Sistema Moldecópia
- Livro das Malhas

Solução em modelagem do vestuário é o nosso negócio.


REDE DE ENSINO
O Corte Centesimal possui uma rede de Instrutoras credenciadas, que são autorizadas e capacitadas para utilizar nossos materiais didáticos das nossas técnicas de modelagem de roupas (Método de Corte Centesimal e/ou Sistema Moldecópia) em seus cursos de corte e costura. Essas Instrutoras podem ser encontradas em algumas cidades brasileiras. Para conferir a lista, acesse o nosso site: www.cortecentesimal.com.br.

VALORIZE O CONHECIMENTO E O SABER DE NOSSAS INSTRUTORAS

CURSO ON LINE DO MÉTODO DE CORTE CENTESIMAL
Estão abertas as matrículas para o primeiro curso ONLINE oficial de Introdução ao Método Corte Centesimal, em parceria com a nossa instrutora credenciada @lararogedo. Quem mora em uma cidade onde não tem uma instrutora ou precisa de flexibilidade de horário para poder estudar, acesse http://bit.ly/cursomcc
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COMO ADQUIRIR OS PRODUTOS DO CORTE CENTESIMAL:

1- Você pode adquirir nossos produtos na nossa loja virtual do Corte Centesimal em www.lojacentesimal.com.br, que oferece diversas formas de pagamento, opção de comprar em até três vezes sem juros, com seu cartão de crédito, ou ainda através de cartão de débito ou boleto.

2 - Você pode adquirir também através do nosso atendimento personalizado, para pagamento por depósito bancário. Para isso, entre em contato com atendimento@cortecentesimal.com.br.

3- Você pode adquirir com as nossas instrutoras credenciadas, que trabalham com os produtos originais Corte Centesimal.

4- Você pode adquirir pessoalmente com a nossa instrutora Cida, em Belo Horizonte (MG), no endereço:
Rua da Bahia 1.148 - Sala 517, Ed. Maletta. Telefone: (31)99206-6704 / 4112-0643

Obs: Nem todas as instrutoras possuem o material para vender. Confirme conosco, se a instrutora da sua cidade, tem o material disponível para venda. E não aceite cópias e nem xerox.

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ATENÇÃO: Antes de adquirir qualquer material, visite o nosso site www.cortecentesimal.com.br, nosso blog modelagemdovestuario.blogspot.com.br, nossos álbuns de foto no Facebook, nossas postagens no Instagram, pra conhecer mais sobre a gente, nossa empresa, quem somos, nossa história e nossos produtos voltados para o ensino na modelagem de roupas.
Não compre por impulso.Só a compra do material por si só, não garante que você irá aprender.

Portanto, certifique-se de que você tenha entendido bem e tenha tirado todas as suas dúvidas.

Queremos que você aprenda de verdade uma de nossas técnicas de modelagem de roupas.

E se tiver qualquer dúvida, escreva para atendimento@cortecentesimal.com.br


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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Conheça a história da Denise Ormindo

Foto da Denise Ormindo 


Na semana passada, tivemos a alegria de receber um depoimento lindo da Denise Ormindo, de São Paulo. É maravilhoso ter o privilégio de fazer parte da história de tantas pessoas e podermos ajudar a transformar tantas vidas. Aos poucos, a Denise está costurando um novo capítulo na sua história. Uma história de muitas conquistas. Pois, como ela mesma disse, “somos todos parte de uma colcha de retalhos chamada vida”.

Confiram abaixo o lindo depoimento que a Denise nos enviou.




Minha história

Sou filha de mãe costureira e pai sapateiro. Cresci em meio a linhas, agulhas e tecidos, numa época em que havia pelo menos uma boa costureira em cada vila e lojas de armarinhos nos bairros.

Desde muito cedo tive contato com esse universo: a casa era um entra e sai de mulheres. Minha mãe era, além de excelente costureira, amiga, confidente e ótima "psicóloga". Quando uma cliente atravessa a ponte da prestação de serviço vira amiga. Essa confiança na profissional se torna uma laço lindo (pelo menos antigamente era assim).

Ao entrar na escola, percebi que minha mãe não sabia ler e escrever (e ela costurava desde os sete anos). Ela fez o mobral quando entrei na primeira série da escola.

Como estava sempre com ela, onde quer que fosse, inclusive nas lojas de tecidos, armarinhos em geral, minha percepção sobre o mundo da costura foi ficando cada vez mais aguçada.

Com dez anos comecei a dar os primeiros passos indo buscar linhas e aviamentos nas lojas próximas de casa. E ai de mim se a linha não chegasse na cor certa. rs

Com 11/12 anos, já tirava as modelagens da Revista Manequim que minha mãe tinha em casa. Antes disso ela fazia de olho. Depois, quando a cliente escolhia um modelo, eu toda eufórica tirava os moldes da revista para a minha mãe.

Mas como o mundo dá muitas voltas, casei aos 17 anos e fui mãe aos 18. Aos 27, me vi com quatro filhos (o mais velho com dez anos e a caçula com 6 meses) abandonada pelo marido e sem norte algum na vida. Foram tempos difíceis, de muita luta e perrengues pra criar e sustentar os meus filhos.

Comecei a trabalhar fora e fiz de tudo um pouco. Ganhei um curso de confeitaria e passei a trabalhar na área. Nesse intervalo de tempo, havia perdido meu pai. Seis meses depois que casei, a saúde da minha mãe já não era a mesma e, por conta do diabetes, ela foi aos poucos parando de costurar. Ficou praticamente cega e teve que abandonar a profissão.

Minha mãe tinha deixado comigo por muito tempo uma máquina de costura Singer, das antigas, e eu me aventurava a fazer algo.

Minha maior felicidade foi o dia em que ela aprovou uma saia lápis que fiz. Já morando em outro bairro e com uma Singer, quase da minha idade, fazia algumas peças. Fiz todos os vestidos da gestação de uma amiga minha, vestidos de daminhas de casamento e algumas coisas pra casa.

Ao mesmo tempo que precisei trabalhar fora, voltei a estudar. Concluí o ensino médio, fiz Enem e consegui uma bolsa integral na faculdade de gastronomia.

Aos 36 anos estava na faculdade e ao mesmo tempo mil coisas estavam acontecendo na minha vida. Sempre com a costura entremeando as coisas, mesmo de uma forma simples, sutil. Os filhos cresceram, foram tomando rumo na vida.

Durante a faculdade, meu irmão mais velho faleceu, o que agravou ainda mais a situação da minha mãe. Já quase dois anos depois de formada, Deus disse numa palavra que iria mudar minha profissão na terra, e mudou.




A VIDA É UMA COLCHA DE RETALHOS


Voltei às origens.

Comecei a prestar serviço voluntário de costura e como minha caçula precisava da minha presença, porque os meus filhos mais velhos já estavam em fase de trabalhar fora e estudar, a costura se encaixou perfeitamente nesse momento.

Podia acompanhar tudo, ter renda dentro de casa. Minha maior paixão são os vestidos de noiva e festa. Comecei a costurar em casa, com aquela máquina antiga.

Mas àquela Denise, curiosa e inquieta sempre foi atrás da informação, da ajuda, da pesquisa. Queria modelar do zero, era muito difícil não poder fazer um modelo da revista que não se encaixava no manequim da cliente.

Aquele meu irmão falecido havia me dado de presente o material da Vogue, mas era uma modelagem que nem sempre dava certo. Contudo, era melhor que nada. Com base nele, fui aprendendo errando e corrigindo, mas eu queria mais.

À medida que fui trabalhando, com toda a dificuldade que toda costureira enfrenta, consegui fazer uns cursos gratuitos e finalmente aprendi a modelar do zero. Foi muito útil, mas mesmo assim cavas e mangas sempre foram um grande problema. Resolvia, mas sofria muito até resolver.

Depois de 19 anos, voltei ao bairro que nasci. Continuava tentando fazer o melhor na modelagem, algo mais técnico e mais bem feito.

Até que, com um melhor acesso às coisas, conseguimos internet em casa e junto com o wi-fi o mundo do YouTube e da costura se abriu pra mim. Assisti incontáveis vídeos para adquirir mais conhecimento.

Há quase quatro anos, depois de seis anos muito difíceis, minha mãe faleceu. Somos todos parte de uma colcha de retalhos chamada vida.


A CHEGADA DO MÉTODO DE CORTE CENTESIMAL


Não sei em que época ao certo mas, vez ou outra, ouvia falar sobre o Método de Corte Centesimal. Mas não liguei os pontos, sempre deixava pra lá.

Nas coisas da minha mãe vieram junto alguns métodos e modelagens (uma das primeiras edições da Sigbol inclusive).

Mas, nenhum deles conseguiu me atender por completo e seguia em busca da cava perfeita.

Desde aquela menina, que percorria os armarinhos da vila, até a avó que sou hoje (fui vó aos 40), vi e vivi muita coisa e me deparei, infelizmente, com a finitude daquela cultura da costureira da vila e junto com ela a finitude das lojinhas de armarinhos dos bairros. Em 2000, a última no bairro que morava na época fechou. Houve um apagão no setor.

Segui lutando, com muita dificuldade financeira, pois cuidar da família e ser pai e mãe não deixava espaço pra mais nada.

Há quatro anos, minha filha caçula saiu do ensino médio, Como eu desde criança gostava de desenhar roupas e não tinha aptidão nenhuma pra isso, decidi então prestar o vestibular junto com a minha filha, para o curso técnico em modelagem do vestuário, da Etec São Paulo.

Fizemos a inscrição e lá fomos nós, alegres prestar a prova. Passei em segundo lugar e ela acabou não conseguindo, infelizmente.

Entrei no curso e para minha surpresa o quebra cabeças da minha vida inteira se juntou nele. Toda minha inquietude, sede por saber, por me informar, todas minhas questões internas simplesmente se encaixaram.

Foi lindo e louco ao mesmo tempo. Toda bagagem acumulada de anos e anos de tudo, de vida, de histórias, de amigos, tudo convertia pra isso e essa era a peça que faltava. Mas ainda continuava em busca da cava perfeita.

Há uns dois anos, uma tia minha viajou até outra cidade pra ter uma aula de costura. E voltou da viagem com mais um “método”.

Eu que andava meio descrente de tantos métodos, vi aquele "monte de réguas" e nem dei muita atenção.

Fiquei de tirar um tempo pra entender pra poder ajudá-la, porque ela tinha feito apenas uma aula. Mas ainda não consegui parar pra poder fazer isso.

Até que, um dia, assisti por acaso um vídeo da Lara Rogedo contando a história de um método de modelagem de roupas. Porém, ainda não havia ligado os pontos que seria o mesmo método que essa minha tia tinha trazido de fora.

Fiquei encantada com a história e por saber que foi a partir da observação de um engenheiro que foi construído todo o método e aquilo me interessou muito.

Como nada foi fácil até aqui, como “vendemos o almoço pra comprar a janta”, não sobrava dinheiro pra fazer o curso.

Aí tive o clic. Percebi que aquele método que aparecia no vídeo da Lara Rogedo, era o mesmo método que a minha tia havia aprendido na outra cidade.

Mas, como minha tia não tinha me emprestado para estudar o material dela, fiquei sem jeito de pedir e o tempo foi passando.

Até que esse ano, na primeira parcela do meu auxílio emergencial consegui comprar à vista o material do Método de Corte Centesimal para mim.

Entretanto, estávamos em plena pandemia, com tudo parado, tudo fechado. A costura sob medida estava praticamente parada. Estava quase sem renda e sem ânimo pra nada.

Ao mesmo tempo, com as máscaras, foi uma época de muito trabalho. Graças a Deus, apesar dos percalços da vida, fiz bastante máscaras de tecido para vender. Com isso, não conseguia ter tempo para me dedicar aos estudos e poder abrir o meu livro.

Agora, de uns meses pra cá, a demanda por máscaras de tecido caiu muito, pois tem bastante gente produzindo. Em contrapartida, algumas clientes estão voltando.

Aí pensei. Não vou esperar pra fazer o curso não. Vou começar a estudar agora. Vou fazer igual aquela menina curiosa que descobriu como tirar os moldes da revista sem nem saber os nomes das peças ou linguagem técnica.

E, finalmente, a busca pela cava perfeita acabou.

Tomei coragem, abri o livro (inclusive fiz o post) e fiz a modelagem. Você não imagina o tamanho da minha alegria e surpresa ao ver a tela do vestido cair como uma luva nela! A cava não teve um milímetro de prova. Foi maravilhoso! Estou encantada com o Método de Corte Centesimal.

Precisei limpar minha mente de tudo que havia visto e estudado até então para poder entender como ele funciona. Mas foi rápida essa transição.

Ao ler com calma e seguir os passos foi possível fazer de primeira a modelagem. E mais: saiu perfeita! Já estou fazendo outro vestido para uma madrinha que, inclusive fez a prova na tela hoje, e foi outro desafio.

Quando a cliente é plus size ela tem muitas particularidades. Costura sob medida é um desafio a cada nova cliente.

Mas, ao entendermos como se aplica as escalas do Centesimal, conseguimos um excelente resultado. Agrega valor e agilidade e isso é sensacional. Pena não ter conhecido há mais tempo, pois teria me poupado muito trabalho. Hoje posso dizer que a cava perfeita existe.


Denise com o vestido criado e modelado por ela, com o Método de Corte Centesimal. 



REALIZANDO SONHOS


Aos poucos, estou conseguindo realizar pequenos sonhos. Estou me equipando com o necessário para trabalhar melhor. No ano passado, consegui uma reta e uma overloque novinhas. Esse ano, mesmo com toda a loucura que estamos vivendo, já consegui adquirir uma máquina de corte e um ferro industrial. E, assim que eu puder, também quero fazer o curso online de “Introdução ao Método de Corte Centesimal”. Creio que vai me ajudar a acelerar o processo de aprendizado.

Sabe, na faculdade, meu TCC foi todo em cima do que é descartado na indústria da confecção. Isso, há quatro anos. E hoje está havendo uma retomada do feito à mão, do natural, um resgate da costura.

Meu sonho agora é me tornar instrutora do Corte Centesimal. Quero me especializar para conseguir. Aqui em São Paulo tem campo pra trabalhar com isso. Mas falta quem ensine e eu amo ensinar.

Desde que voltei a estudar, percebi que de alguma forma, eu sempre ensinava as pessoas. E foi assim no supletivo, na faculdade fiz um curso “Jovem Professor'' e fiz curso de didática.

Encontrar vocês foi muito bom. Uma alegria. Porque agora vejo que sim, que tenho um bom material e uma metodologia boa pra passar pras pessoas.

Minha "cobaia" vai ser essa tia, que fez a aula e não continuou. Vou ajudá-la no entendimento.

Ensinar nos ajuda a aprender. A gente precisa mesmo se unir para deixar esse legado lindo da costura para as próximas gerações.


Meus contatos: 

Meu whatsapp 

11 993221893

ormindodenise@gmail.com

Instagram: @deniseormindo

Costura sob medida. 


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E você? Tem uma história com o Corte Centesimal? Compartilhe conosco. Queremos conhecer você. Escreve para carolina@cortecentesimal.com.br.



quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Sobre tabelas de medidas

 

Material do Método de Corte Centesimal e do Sistema Moldecópia 


Sei que nós já falamos sobre esse assunto em outros posts, mas é sempre bom relembrar algumas informações que fazem parte do nosso aprendizado.

Quem tem o livro do Método de Corte Centesimal ou do Sistema Moldecópia já percebeu que nós temos uma tabela de medidas que pode ser usada para a confecção industrial. 

Queremos deixar muito claro que essa tabela é apenas uma sugestão nossa, criada de acordo com o estudo de proporções da dona Carmen, a criadora do Método de Corte Centesimal.

O ser humano pode ter muitas variações de corpos, combinados entre si, levando em consideração a idade, o peso, estrutura óssea, raça, cultura e até a forma de se alimentar. 

Por isso, é praticamente impossível uma tabela de medidas que sirva a todos. 

E de fato esse é um grande desafio da indústria do vestuário, que busca uma tabela que tenha um padrão de proporções confiáveis e que sirva às confecções como orientação na criação dos diversos tamanhos de roupas. 

A tabela que adotamos em nossos livros é apenas uma sugestão e ela pode ser adaptada em função do público que se pretende atingir. 

Por exemplo, mulheres com mais de 50 anos, em função da menopausa, podem ter alterações nas medidas de contorno (perímetros), principalmente da cintura. Uma confecção destinada a este público vai se preocupar em fazer roupas com as devidas adaptações. 

TABELA INFANTIL

No caso da tabela infantil, há crianças de todos os tamanhos, com diferentes características de corpos: altas, baixas, gordas, magras, miúdas, grandes... então preferimos estabelecer a nossa tabela em proporções. 

É por isso que na tabela infantil não tem mais a indicação de idade e sim proporções. Teoricamente ela vai de 3 meses até 12 anos. 

Na família temos o exemplo de uma bisneta da dona Dora que tem 7 anos, mas veste roupa assinaladas como sendo de 12 anos. Já a outra bisneta que acaba de fazer 9 anos, veste roupas com indicação mesmo para crianças de 9 anos. Quem aqui não tem exemplos assim na família?

DIFERENCIAL DO MÉTODO DE CORTE CENTESIMAL

E aí que está o grande diferencial do Método de Corte Centesimal. Por ele trabalhar com um sistema de escalas, não é o corpo que tem que se adaptar ao método de modelagem. E sim, o nosso método que se adapta a cada tipo de corpo. 

Com o uso das Escalas fica tudo mais simples, pois são abolidos os cálculos matemáticos e a necessidade de se consultar tabelas já estabelecidas. Você vai criar o molde de acordo com as suas medidas. Respeitando o seu corpo e as suas características. Você ganha liberdade de criação.


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